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A hora do tênis

 

Não sei se você, como eu, tem aquela curiosidade irresistível pelo resultado de pesquisas científicas. Eu adoro. Parece que, consumindo essa informação, fico melhor preparada para encarar qualquer problema que eventualmente venha me atormentar nessa fase da maturidade. Além disso, descubro que não estou só — há uma multidão de gente grande nesse mundo, descobrindo as venturas e desventuras de acumular anos de vida. Fazendo parte de uma turma, parece que me sinto mais forte e capaz de fazer alguma coisa por mim mesmo — o que mais me interessa é o que se diz sobre prevenção.

Foi assim quando recebi os resultados de um trabalho realizado pelo Portal Minha Vida, que trata de saúde e bem-estar. Desta vez, o assunto era o mal de Alzheimer, socorro!, um problema que cada vez mais está na pauta do dia e assusta a gente. Se você não sabia, fique sabendo: cerca de 35,6 milhões de pessoas convivem com a enfermidade e a estimativa é de que esse número dobre a cada 20 anos, segundo a Associação Internacional da Doença e Alzheimer. Sabe qual é o público alvo: pessoas entre 60 e 90 anos de idade.

Em vez de se assustar e ficar só imaginando o risco que a gente corre, blábláblá, mude o canal e aceite a sugestão que a própria pesquisa nos dá: vista o tênis e mexa-se! Não é chegada a esse esporte? Escolha outra atividade. Vale nadar, pedalar, ginasticar, dançar, alongar… Além do benefício físico, essa nova atividade vai ocupar sua mente, trazer sensações de prazer que melhoram seu astral e, que delicia!, te devolver uma leveza que o tempo está tentando nos roubar.

Para ficar firme no propósito, todo dia ao acordar, diga o mantra sugerido pela pesquisa:  Exercícios e alimentação saudável ajudam no combate a uma série de doenças, com o Alzheimer não é diferente. Dizem que quando a gente repete várias vezes uma frase acaba convencendo o cérebro de que aquilo é fundamental.

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