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crônica de Paulo Akira

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–Alô, dona Ivone. É o tenente Barreto.
– Vocês acharam meu filho? É ele mesmo?
–   A  senhora  tinha  razão.  Era  um  meliante.  Pegamos   o  celular  e   achamos   o   carro  no estacionamento. A senhora está sozinha?
– Avisei meu marido. Ele está vindo. E o meu filho?
– Não tem ninguém mais aí? Sua filha?
– É filho único. Cadê ele?
– Não tem nenhum vizinho…
– Cadê ele? Meus Deus, cadê meu filho…

 

Paulo Akira Nakazato, 55 anos, físico. Adora palavras e às vezes organiza algumas em contos e crônicas, esperando que façam sentido. Mas o que o atrai, mesmo, é quando elas orbitam no poema e se arranjam em sistemas estelares próprios.

 

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