Este artigo é parte do Clube dos Escritores Blog Clube dos Escritores 50+ LUciano de Castro Quase

QUASE, poema de Luciano de Castro

Afeiçoei-me

À poesia dos gestos frustros

Ao hiato dos desejos abortados

Ao afã dos instantes incompletos

Sou viajante de uma estrada sem começo nem fim, só meio

Aprendi que tudo é meio, tudo é quase, tudo é parte

A impermanência é minha amiga fiel

A incompletude, minha confidente

Seria esse o segredo da vida?

A quase-felicidade

Talvez.

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